quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Funeral for my mind



O seu nome é dito, e em minha cabeça começa a canção do Réquiem. Imagino minha morte. Tento me livrar, mas as pessoas em minha volta estão fixadas e esperançosas. Como se esperassem isso o ano todo, querem saber como irá acabar, quem vai sobrar.  Por outro lado, tem os que odeiam e acham que é tudo enganação. Continuo morrendo.

Estou dividido entre dois lados: Aceitar e ver minha mente morrer,
ou tentar me livrar e viver nesse purgatório.  É difícil tomar uma decisão quando estão sendo empurradas na sua cara. As pessoas são assim, as mídias são assim. Não quero viver isso. Não quero que morra.

Os dias passam, e a vontade de fazer com que isso nunca exista cresce cada vez mais. Está difícil.
A canção volta, o réquiem. Ela é parada ao meio. Uma voz simpática, dizendo que os maiores estrategistas estão de volta. Me nego a ouvir, tento mudar, tento sair, só que tudo a minha volta está ligado a isso. Volto para o meu sofá, ainda ouço aquela voz, olho firme para minha televisão, encarando aquele sorriso falso na TV, discursando um breve poema.

Não quero saber quem irá ganhar, quem irá sofrer. Não me empurre algo que não gosto. Bial não gosto de você, Não gosto de BBB.Não quero mais assistir Tv.









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